23.9.13

Deixa ser o que será.

"You can't make yourself stop dreaming
Who you're dreaming of
If it's who you love then it's who you love"

-JM


19.9.13

Keep on dreaming.

My soul is as open as the sky
Often time it's just as blue
People tell me to keep on dreaming
That's just what I'm gonna do

Now everybody want to treat me like a house fly
Turn me around and tell me to shoo
They want to tell me to keep on dreaming
That's just what I'm gonna do

Every moral has a story
Every hand needs a glove
Sometime it's for the glory
Ah, but mostly, it's for the love
It's the love
It's the love
It's the love that pulls me through
So when they tell me to keep on dreaming
That's just what I'm gonna do

17.9.13

A simple little kind of free.

Had a little love, but I spread it thin
Falling in her arms and out again
Made a bad name for my game around town
Tore up my heart, and shut it down

Nothing to do
Nowhere to be
A simple little kind of free
Nothing to do
No one but me
And that's all I need

I'm perfectly lonely
I'm perfectly lonely
I'm perfectly lonely
'Cause I don't belong to anyone
Nobody belongs to me

I see my friends around from time to time
When their ladies let them slip away
And when they ask me how I'm doing with mine
This is always what I say

Nothing to do
Nowhere to be
A simple little kind of free
Nothing to do
No one to be
Is it really hard to see

Why I'm perfectly lonely
I'm perfectly lonely
I'm perfectly lonely
I'm perfectly lonely
'Cause I don't belong to anyone
Nobody belongs to me

And this is not to say
There never comes a day
I'll take my chances and start again
And when I look behind
On all my younger times
I have to thank the wrongs
that led me to a love so strong

I'm perfectly lonely
I'm perfectly lonely
I'm perfectly lonely (Yeah)
'Cause I don't belong to anyone
Nobody belongs to me



Link: http://www.vagalume.com.br/john-mayer/perfectly-lonely.html#ixzz2fAYTZ22v

5.9.13

Eu sei... Quem sabe?

This is the soup
That i believe in
This is the smoke
I'm always breathin'
This is the way
I share my breakfast
This is the way
I serve my sentence

I know I know
I should lay low
I should stand tall



This is the beard
I'm always growin'
I know they're here
I see them floating
Her empress beards
They float so holy
Their beards are here
They gently hold me

Well who knows who knows
Yeah I may come home
Yeah I may return

This is the way
I'm always leaving
This is the soft
Voice of the evening
This is the way
I hear my father
These are the flames
That drown the water

Well I knew I knew
I could stand tall
I could lay low

This is the sound
That swims inside me
That circle sound
Is what surrounds me
This is the land
That grows around me
And these are the hands
That come in handy

Well we've known we've known
We've had a choice
We chose rejoice

Devendra <3

25.8.13

Daqui pra frente.

" Ser incentivada a assumir sua originalidade é o que, muito provavelmente, espera de quem se relaciona com você. "

15.8.13

O amor tá ali.

Amor que vai... Amor que vem.
Mas bom mesmo é ver que amor é coisa grande, tão maior que tudo, que vem em formas simples, em coisas terrenas, e logo, bem logo, passa a ser tudo ao redor e tomar conta de um jeito bom, um jeito de abraço, um jeito de dar colo pras almas do nosso mundinho. Amor é pra todos, é democrático, é muito mais que aquele garoto, que aquela turma, que aquelas palavras.
É coisa que emana mesmo, sem muito rumo, e quando abundante não é ruim, não sufoca.. só abraça, descansa os corações apressados da metrópole.
Vem num sorriso, vem no olho no olho, vem num gesto simples, vem em declarações verdadeiras e escancaradas, não de paixão não. Aqui não, aqui é um querer bem, um sorriso que planta aquela florzinha no outro, que cresce em tantos outros e a gente espera muito que se multiplique.
É clichê, pode ser meloso, mas é vida. E alimenta a vida.
É o que tem de mais bonito na humanidade, pra mim.

E aí eu sorrio mesmo, eu sinto mesmo, eu posso até chorar, vendo que entre tanta bagunça e desalento, o amor tá ali, aqui, sorrindo de volta.

6.8.13

A ausência é um estar em mim.

AUSÊNCIA

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade

http://8tracks.com/thedarlingchild/feeling-folksy

Nosso tempo. É o meu tempo o tempo de Drummond.

(Carlos Drummond de Andrade)

I

Esse é tempo de partido,
tempo de homens partidos.

Em vão percorremos volumes,
viajamos e nos colorimos.
A hora pressentida esmigalha-se em pó na rua.
Os homens pedem carne. Fogo. Sapatos.
As leis não bastam. Os lírios não nascem
da lei. Meu nome é tumulto, e escreve-se
na pedra.

Visito os fatos, não te encontro.
Onde te ocultas, precária síntese,
penhor de meu sono, luz
dormindo acesa na varanda?
Miúdas certezas de empréstimos, nenhum beijo
sobe ao ombro para contar-me
a cidade dos homens completos.

Calo-me, espero, decifro.
As coisas talvez melhorem.
São tão fortes as coisas!
Mas eu não sou as coisas e me revolto.
Tenho palavras em mim buscando canal,
são roucas e duras,
irritadas, enérgicas,
comprimidas há tanto tempo,
perderam o sentido, apenas querem explodir.

II

Esse é tempo de divisas,
tempo de gente cortada.
De mãos viajando sem braços,
obscenos gestos avulsos.

Mudou-se a rua da infância.
E o vestido vermelho
vermelho
cobre a nudez do amor,
ao relento, no vale.

Símbolos obscuros se multiplicam.
Guerra, verdade, flores?
Dos laboratórios platônicos mobilizados
vem um sopro que cresta as faces
e dissipa, na praia, as palavras.

A escuridão estende-se mas não elimina
o sucedâneo da estrela nas mãos.
Certas partes de nós como brilham! São unhas,
anéis, pérolas, cigarros, lanternas,
são partes mais íntimas,
e pulsação, o ofego,
e o ar da noite é o estritamente necessário
para continuar, e continuamos.

III

E continuamos. É tempo de muletas.
Tempo de mortos faladores
e velhas paralíticas, nostálgicas de bailado,
mas ainda é tempo de viver e contar.
Certas histórias não se perderam.
Conheço bem esta casa,
pela direita entra-se, pela esquerda sobe-se,
a sala grande conduz a quartos terríveis,
como o do enterro que não foi feito, do corpo esquecido na mesa,
conduz à copa de frutas ácidas,
ao claro jardim central, à água
que goteja e segreda
o incesto, a bênção, a partida,
conduz às celas fechadas, que contêm:
papéis?
crimes?
moedas?

Ó conta, velha preta, ó jornalista, poeta, pequeno historiados urbano,
ó surdo-mudo, depositário de meus desfalecimentos, abre-te e conta,
moça presa na memória, velho aleijado, baratas dos arquivos, portas rangentes, solidão e asco,
pessoas e coisas enigmáticas, contai;
capa de poeira dos pianos desmantelados, contai;
velhos selos do imperador, aparelhos de porcelana partidos, contai;
ossos na rua, fragmentos de jornal, colchetes no chão da
costureira, luto no braço, pombas, cães errantes, animais caçados, contai.
Tudo tão difícil depois que vos calastes...
E muitos de vós nunca se abriram.

IV

É tempo de meio silêncio,
de boca gelada e murmúrio,
palavra indireta, aviso
na esquina. Tempo de cinco sentidos
num só. O espião janta conosco.

É tempo de cortinas pardas,
de céu neutro, política
na maçã, no santo, no gozo,
amor e desamor, cólera
branda, gim com água tônica,
olhos pintados,
dentes de vidro,
grotesca língua torcida.
A isso chamamos: balanço.

No beco,
apenas um muro,
sobre ele a polícia.
No céu da propaganda
aves anunciam
a glória.
No quarto,
irrisão e três colarinhos sujos.

V

Escuta a hora formidável do almoço
na cidade. Os escritórios, num passe, esvaziam-se.
As bocas sugam um rio de carne, legumes e tortas vitaminosas.
Salta depressa do mar a bandeja de peixes argênteos!
Os subterrâneos da fome choram caldo de sopa,
olhos líquidos de cão através do vidro devoram teu osso.
Come, braço mecânico, alimenta-te, mão de papel, é tempo de comida,
mais tarde será o de amor.

Lentamente os escritórios se recuperam, e os negócios, forma indecisa, evoluem.
O esplêndido negócio insinua-se no tráfego.
Multidões que o cruzam não vêem. É sem cor e sem cheiro.
Está dissimulado no bonde, por trás da brisa do sul,
vem na areia, no telefone, na batalha de aviões,
toma conta de tua alma e dela extrai uma porcentagem.

Escuta a hora espandongada da volta.
Homem depois de homem, mulher, criança, homem,
roupa, cigarro, chapéu, roupa, roupa, roupa,
homem, homem, mulher, homem, mulher, roupa, homem,
imaginam esperar qualquer coisa,
e se quedam mudos, escoam-se passo a passo, sentam-se,
últimos servos do negócio, imaginam voltar para casa,
já noite, entre muros apagados, numa suposta cidade, imaginam.
Escuta a pequena hora noturna de compensação, leituras, apelo ao cassino, passeio na praia,
o corpo ao lado do corpo, afinal distendido,
com as calças despido o incômodo pensamento de escravo,
escuta o corpo ranger, enlaçar, refluir,
errar em objetos remotos e, sob eles soterrados sem dor,
confiar-se ao que bem me importa
do sono.

Escuta o horrível emprego do dia
em todos os países de fala humana,
a falsificação das palavras pingando nos jornais,
o mundo irreal dos cartórios onde a propriedade é um bolo com flores,
os bancos triturando suavemente o pescoço do açúcar,
a constelação das formigas e usurários,
a má poesia, o mau romance,
os frágeis que se entregam à proteção do basilisco,
o homem feio, de mortal feiúra,
passeando de bote
num sinistro crepúsculo de sábado.

VI

Nos porões da família
orquídeas e opções
de compra e desquite.
A gravidez elétrica
já não traz delíquios.
Crianças alérgicas
trocam-se; reformam-se.
Há uma implacável
guerra às baratas.
Contam-se histórias
por correspondência.
A mesa reúne
um copo, uma faca,
e a cama devora
tua solidão.
Salva-se a honra
e a herança do gado.

VII

Ou não se salva, e é o mesmo. Há soluções, há bálsamos
para cada hora e dor. Há fortes bálsamos,
dores de classe, de sangrenta fúria
e plácido rosto. E há mínimos
bálsamos, recalcadas dores ignóbeis,
lesões que nenhum governo autoriza,
não obstante doem,
melancolias insubornáveis,
ira, reprovação, desgosto
desse chapéu velho, da rua lodosa, do Estado.
Há o pranto no teatro,
no palco ? no público ? nas poltronas ?
há sobretudo o pranto no teatro,
já tarde, já confuso,
ele embacia as luzes, se engolfa no linóleo,
vai minar nos armazéns, nos becos coloniais onde passeiam ratos noturnos,
vai molhar, na roça madura, o milho ondulante,
e secar ao sol, em poça amarga.
E dentro do pranto minha face trocista,
meu olho que ri e despreza,
minha repugnância total por vosso lirismo deteriorado,
que polui a essência mesma dos diamantes.

VIII

O poeta
declina de toda responsabilidade
na marcha do mundo capitalista
e com suas palavras, intuições, símbolos e outras armas
prometa ajudar
a destruí-lo
como uma pedreira, uma floresta
um verme.

30.7.13

A Melhor Maneira de Viajar é Sentir



Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir.
Sentir tudo de todas as maneiras.
Sentir tudo excessivamente,
Porque todas as coisas são, em verdade, excessivas
E toda a realidade é um excesso, uma violência,
Uma alucinação extraordinariamente nítida
Que vivemos todos em comum com a fúria das almas,
O centro para onde tendem as estranhas forças centrífugas
Que são as psiques humanas no seu acordo de sentidos.

Quanto mais eu sinta, quanto mais eu sinta como várias pessoas,
Quanto mais personalidade eu tiver,
Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver,
Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas,
Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento,
Estiver, sentir, viver, for,
Mais possuirei a existência total do universo,
Mais completo serei pelo espaço inteiro fora.
Mais análogo serei a Deus, seja ele quem for,
Porque, seja ele quem for, com certeza que é Tudo,
E fora d'Ele há só Ele, e Tudo para Ele é pouco.

Cada alma é uma escada para Deus,
Cada alma é um corredor-Universo para Deus,
Cada alma é um rio correndo por margens de Externo
Para Deus e em Deus com um sussurro soturno.

Sursum corda! Erguei as almas! Toda a Matéria é Espírito,

Porque Matéria e Espírito são apenas nomes confusos
Dados à grande sombra que ensopa o Exterior em sonho
E funde em Noite e Mistério o Universo Excessivo!
Sursum corda! Na noite acordo, o silêncio é grande,
As coisas, de braços cruzados sobre o peito, reparam

Com uma tristeza nobre para os meus olhos abertos
Que as vê como vagos vultos noturnos na noite negra.
Sursum corda! Acordo na noite e sinto-me diverso.
Todo o Mundo com a sua forma visível do costume
Jaz no fundo dum poço e faz um ruído confuso,

Escuto-o, e no meu coração um grande pasmo soluça.

Sursum corda! ó Terra, jardim suspenso, berço
Que embala a Alma dispersa da humanidade sucessiva!
Mãe verde e florida todos os anos recente,
Todos os anos vernal, estival, outonal, hiemal,
Todos os anos celebrando às mancheias as festas de Adônis
Num rito anterior a todas as significações,
Num grande culto em tumulto pelas montanhas e os vales!
Grande coração pulsando no peito nu dos vulcões,
Grande voz acordando em cataratas e mares,
Grande bacante ébria do Movimento e da Mudança,
Em cio de vegetação e florescência rompendo
Teu próprio corpo de terra e rochas, teu corpo submisso
A tua própria vontade transtornadora e eterna!
Mãe carinhosa e unânime dos ventos, dos mares, dos prados,
Vertiginosa mãe dos vendavais e ciclones,
Mãe caprichosa que faz vegetar e secar,
Que perturba as próprias estações e confunde
Num beijo imaterial os sóis e as chuvas e os ventos!

Sursum corda! Reparo para ti e todo eu sou um hino!
Tudo em mim como um satélite da tua dinâmica intima
Volteia serpenteando, ficando como um anel
Nevoento, de sensações reminescidas e vagas,
Em torno ao teu vulto interno, túrgido e fervoroso.
Ocupa de toda a tua força e de todo o teu poder quente
Meu coração a ti aberto!
Como uma espada traspassando meu ser erguido e extático,
Intersecciona com meu sangue, com a minha pele e os meus nervos,
Teu movimento contínuo, contíguo a ti própria sempre,

Sou um monte confuso de forças cheias de infinito
Tendendo em todas as direções para todos os lados do espaço,
A Vida, essa coisa enorme, é que prende tudo e tudo une
E faz com que todas as forças que raivam dentro de mim
Não passem de mim, nem quebrem meu ser, não partam meu corpo,
Não me arremessem, como uma bomba de Espírito que estoira
Em sangue e carne e alma espiritualizados para entre as estrelas,
Para além dos sóis de outros sistemas e dos astros remotos.

Tudo o que há dentro de mim tende a voltar a ser tudo.
Tudo o que há dentro de mim tende a despejar-me no chão,
No vasto chão supremo que não está em cima nem embaixo
Mas sob as estrelas e os sóis, sob as almas e os corpos
Por uma oblíqua posse dos nossos sentidos intelectuais.

Sou uma chama ascendendo, mas ascendo para baixo e para cima,
Ascendo para todos os lados ao mesmo tempo, sou um globo
De chamas explosivas buscando Deus e queimando
A crosta dos meus sentidos, o muro da minha lógica,
A minha inteligência limitadora e gelada.

Sou uma grande máquina movida por grandes correias
De que só vejo a parte que pega nos meus tambores,
O resto vai para além dos astros, passa para além dos sóis,
E nunca parece chegar ao tambor donde parte...

Meu corpo é um centro dum volante estupendo e infinito
Em marcha sempre vertiginosamente em torno de si,
Cruzando-se em todas as direções com outros volantes,
Que se entrepenetram e misturam, porque isto não é no espaço
Mas não sei onde espacial de uma outra maneira-Deus.

Dentro de mim estão presos e atados ao chao
Todos os movimentos que compõem o universo,
A fúria minuciosa e dos átomos,
A fúria de todas as chamas, a raiva de todos os ventos,
A espuma furiosa de todos os rios, que se precipitam,

A chuva com pedras atiradas de catapultas
De enormes exércitos de anões escondidos no céu.

Sou um formidável dinamismo obrigado ao equilíbrio
De estar dentro do meu corpo, de não transbordar da minh'alma.
Ruge, estoira, vence, quebra, estrondeia, sacode,
Freme, treme, espuma, venta, viola, explode,
Perde-te, transcende-te, circunda-te, vive-te, rompe e foge,
Sê com todo o meu corpo todo o universo e a vida,
Arde com todo o meu ser todos os lumes e luzes,
Risca com toda a minha alma todos os relâmpagos e fogos,
Sobrevive-me em minha vida em todas as direções!

Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa

27.6.13

Posso entrar?

Will be drenched out by the shatterin' of verse
As the seasoned shifts lonely minds will drift
On the ocean in a build above its lore
As I knock your door from inside once more
How I wish a soothin' breeze would let me in
Shake my tambourine at your glowing dreams
So honey won't you let me in..

Now the snow will fall and the lover's call

25.6.13

L'amour pas pour moi

L'amour (Carla Bruni)

L'amour, hum hum, pas pour moi,
Tous ces "toujours",
C'est pas net, ça joue des tours,
Ca s'approche sans se montrer,
Comme un traître de velours,
Ca me blesse, ou me lasse, selon les jours

L'amour, hum hum, ça ne vaut rien,
Ça m'inquiète de tout,
Et ça se déguise en doux,
Quand ça gronde, quand ça me mord,
Alors oui, c'est pire que tout,
Car j'en veux, hum hum, plus encore,

Pourquoi faire ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
A quoi bon se laisser reprendre
Le coeur en chamade,
Ne rien y comprendre,
C'est une embuscade,


L'amour ça ne va pas,
C'est pas du Yves Saint Laurent,
Ca ne tombe pas parfaitement,
Si je ne trouve pas mon style ce n'est pas faute d'essayer,
Et l'amour j'laisse tomber !

A quoi bon ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
Pourquoi faire se laisser reprendre,
Le coeur en chamade,
Ne rien y comprendre,
C'est une embuscade,

L'amour, hum hum, j'en veux pas
J'préfère de temps en temps
Je préfère le goût du vent
Le goût étrange et doux de la peau de mes amants,
Mais l'amour, hum hum, pas vraiment !

21.6.13

Porque minha humanidade está também em acreditar em conjunções cósmicas...

...E entender muito bem quem sou eu. ;)

No tempo de Sagitário, o Sol pede aos homens que se alegrem e que se ponham em movimento. Por terem escolhido nascer neste tempo, recebem de Júpiter, o mais benéfico de todos os planetas, o melhor presente que um deus pode dar aos homens: o dom da fé. É daí que vem a capacidade de acreditar nos próprios sonhos e a coragem para enfrentar os desafios do desconhecido. Quem nasceu nessa época do ano tem dentro de si a chama sagrada que iluminou todos os grandes filósofos, que impulsionou todos os grandes aventureiros. Não é à toa que foi da Espanha, um país regido por Sagitário, que partiram os grandes navegantes. Protegidos por Júpiter, o pai de todos os deuses, os sagitarianos tem, mesmo sem querer, uma certa “pose”, um jeitão de que já nasceram sabendo de tudo. Quando recheiam essa pose com o verdadeiro conhecimento, se transformam em grandes professores, em líderes com a força de um Churchill, que conseguiu manter alta a moral da Inglaterra arrasada pelas bombas alemãs. Os sagitarianos tem um compromisso com a felicidade, com a alegria de viver. Amam os espaços abertos, os esportes, o sucesso. O problema deles é sempre um só: o exagero. Esperam muito da vida e às vezes se aborrecem com coisas que parecem ótimas para a maioria dos mortais. A única coisa que eles sabem que não sabem é lidar com as frustrações. O dom de Júpiter é a ilusão da onipotência e os sagitarianos se assustam e se irritam quando dão de cara com os próprios limites

(http://delas.ig.com.br/sagitario/)

13.6.13

Os tempos do "meio-sorriso".

Hoje eu vi um rosto, voltando do meu almoço... Era bem assim como mostra essa ilustração logo aí embaixo. E olhando pra ele, percebi que eu esboçava o mesmo. Sorrido apagado, meio tristonho, cabeça pra cima, olhos vazios, cheios de uma angústia que só ele, atrás do meio sorriso poderia saber.
São muitos os "meio-sorrisos" que vejo por aí ultimamente. Acho que eles vem de uma vida que pesa sobre suas costas, joga barbaridades no seu jornal, massacra seu famigerado tempo "Livre", que por ser uno, já virou "tempo preso". O tempo preso para ser livre de todo o resto que na vida pesada dele já é quase tudo.
Penso em todas as explosões de opiniões, perplexidades e atrocidades que andamos presenciando e não poderia combinar mais com o meio-sorriso daquele homem. Vê momentos de graça na sua vida, com muito esforço, e luta pra continuar de cabeça erguida em meio à barbárie, esperando que o seu tempo preso, um dia seja realmente livre.

10.6.13

It´s okay to have a calm life.


Pras almas com fome... é sempre bom lembrar.... saborear com calma a vida, as pessoas, a paz, os colírios, o amor.

21.4.13

Cantando com os olhos.

"So close your eyes
You can close your eyes, it's all right
I don't know no love songs
And I can't sing the blues anymore
But I can sing this song
And you can sing this song when I'm gone..."

5.4.13

Hora do café!

"Sem excessos de doçura ou amargura.
Forte
Doce…
Que ambos façam meu coração acelerar.
Que me mantenham vivo.

Um café e um amor… Quentes, por favor!
E que de nenhum deles eu sofra de vício,
Mas que de ambos,
Eu possa me dar ao luxo do hábito

Um café e um amor… Quentes por favor!
Pra ter calma nos dias frios.
Pra dar colo
Quando as coisas estiverem por um fio.

E que eles nunca tenham gosto de ontem
Nem anseiem pelo amanhã
Que me façam feliz nesse agora,
Que me abracem pela manhã."

Caio Fernando de Abreu

30.3.13

After all

"Chew every word to prevent what I know
From slipping right out of my fingers
Out of control, I don't know where to go
'Cause you were my map when I found you

Oh this could get lonely
After all, after all.."


24.3.13

O prumo e o peso

Uma amiga me mandou essas constatações em forma de poesia.. dizia assim:

"Song
The weight of the world
is love.
Under the burden
of solitude,
under the burden
of dissatisfaction
the weight,
the weight we carry
is love.
Who can deny?
In dreams
it touches
the body,
in thought
constructs
a miracle,
in imagination
anguishes
till born
in human--
looks out of the heart
burning with purity--
for the burden of life
is love,
but we carry the weight
wearily,
and so must rest
in the arms of love
at last,
must rest in the arms
of love.
No rest
without love,
no sleep
without dreams
of love--
be mad or chill
obsessed with angels
or machines,
the final wish
is love
--cannot be bitter,
cannot deny,
cannot withhold
if denied:
the weight is too heavy
--must give
for no return
as thought
is given
in solitude
in all the excellence
of its excess.
The warm bodies
shine together
in the darkness,
the hand moves
to the center
of the flesh,
the skin trembles
in happiness
and the soul comes
joyful to the eye--
yes, yes,
that's what
I wanted,
I always wanted,
I always wanted,
to return
to the body
where I was born."

--Allen Ginsberg

21.3.13

That is that!

I love your personality
But I don't want our love on show
Sometimes I think it's insanity
Boy the way you go

With all of the girls on the corner
Oh baby, you're the latest trick
Oh, you seem to have their number
Look they're dancing still

I don't wanna dance

Dance with you baby no more
I'll never do something to hurt you, though
Oh but the feeling is bad
The feeling is bad

Baby now the party's over
For us, so I'll be on my way
Now that the things which moved me
Are standing still

I know it's only superstition
Baby, but I won't look back
Even though I feel your music
Baby that is that

Mulheres e as batalhas invisíveis

Acho interessante a vida das mulheres que desejam homens, eu estando dentro desse pacote. Cada vez mais me espanto com a resignação que elas tem pra conquistar o outro, agradá-lo, esperá-lo, entendê-lo a muito muito custo, e na maioria das vezes sem conseguir. É certamente cômico, e por vezes trágico. Trágico porque eu admiro essas figurinhas, todas complexas até seu último fio de cabelo, inteligentes, entregues para todo o sentimento do mundo, ainda que relutem tantas vezes. São verdadeiras guerreiras, em batalhas as vezes invisíveis, daí a tragédia. Estão sempre a campo, lutando bravamente, desbravando todos os tipos e tamanhos, despedaçando-se e recompondo-se infinitamente - seus corações tem incontáveis vidas, isso é fato. Admiro esse batalhão de guerreiras, mas me entristeço pelas peleas invisíveis. Afinal, o outro tantas e tantas vezes não quer a aventura e o esforço da batalha, e se vê a vagar por aí desatento.. enquanto as moças se lançam, se enroscam, se esfolam morro abaixo...sozinhas! É mesmo tragicômico.
Sendo uma que busca em inúmeros momentos a simplicidade de pensamento e atitude - essa que vejo nos tais homens tão frequentemente, ainda assim admiro as damas, nós, loucas e intensamente entregues a todo amor, toda prova, seres pensantes incansáveis, e atuantes também, sem nenhuma simplicidade nisso. Há que se lançar mesmo na batalha. Pra ter a perder, é preciso coragem.
É preciso chuva para sorrir...

14.3.13

E que venham os sinos...!

Verdade, uma ilusão vinda do coração....a música começava assim, e assim ela também pensava...e assim ela se sentia.
Todas aquelas histórias, aquelas ideias malucas, aquelas conversas amigas da semana, ela descobriu que diziam isso. Na essência, diziam que o coração manda na história....ele conduz as pessoas, as atitudes, e se ele não cumpre esse papel, temos só fatos vazios, vivências, seqüência de atividades dignas de uma reta e seca ata de reunião. Já disse Benjamin, não teriam sido experiências. Sem a expressão do afeto, sem o colorido que o coração pinta em todas as coisas.
Não importa o que é, importa o que se sente que é, foi isso que eu descobri. Não se sabe ainda se o melhor não é ter mais razão, terra firme e atas de reunião, o que se viu aqui nesse cantinho que olha pro mundo foi a importância que o sentir tem na vida das pessoas, e o sentido que a emoção dá para tudo no mundo.
É difícil conviver com esse colorido louco sim, nada linear, uma confusão de interpretações entre o que acontece e o que pra gente, ali dentro, acontece. Mas tem um lado mágico, da situação pequena e simples que o coração se encarrega de fazer maravilhosa de um jeito muy especial!

Há que se conviver com essa verdade-ilusão... pra sorrir quando o coração leva aquele abraço, aquele beijo, aquele carinho pra memória... e pra chorar se o coração tiver mesmo que se render aos fatos...quando vem chatos, secos, retos, frouxos.
E a Marisa me cantou assim..e que venham os sinos a qualquer hora, estejamos preparados! ;)

"Verdade - uma ilusão
Vinda do coração
Verdade - seu nome é mentira
Eu posso te fazer ouvir
Milhões de sinos ao redor
Eu posso te fazer canções
O amor soa em minha voz
Eu posso te fazer sorrir
Meus olhos brilham para ti
E os pés já sabem onde ir..." (M.Monte)

4.3.13

Da Clarice, para os desafios razão-emoção ;)

Acho que só a Clarice pode entender uma alma ou coração confuso... as intermitências entre razão, sentimento, fé, loucura e lucidez.
Uma vez ela disse assim:

“Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.” - C.L.

19.2.13

From Gershwin, com um pouco de amargo e um pouco de amor.

The way you wear your hat
The way you sip your tea
The memory of all that
No, no, they can't take that away from me

The way your smile just beams
The way you sing off-key
The way you haunt my dreams
No, no, they can't take that away from me

We may never, never meet again
On this bumpy road to love
Still I'll always, always keep the memory of...

The way you hold your knife
The way we danced till three
The way you've changed my life
No, no, they can't take that away from me
No, they can't take that away from me

17.2.13

Nem doutor nem pajé!

Às vezes, a maioria das vezes, a gente simplesmente não aprende. Podemos aprender a ler, a escrever, a entender melhor... palavras, pessoas, atitudes e até sentimentos. Mas não aprendemos a experiência dos sentimentos... Eles vêm, tomam conta, fazem aquele vendaval e depois, quando você achava que sabia tudo, que estava protegido de tudo o que não queria viver outra vez... a mágica está feita, é tudo novo de novo.
E não há racionalidade que te faça entender pra mudar o coração. Coração leviano, não muda não.
O amor quando acontece vem, penetra nas entranhas mesmo, nas horas do seu dia, nos seus pensamentos, antes tão ordenados, e dá medo e dá vertigem e pulsa! E sinceramente, mesmo que venha um balde de água fria hora ou outra, umas doses de café amargo de uma vez só, ou pitadas de água no seu chope lentamente até que ele esteja todo caído e aguado, vale a pena. E não dá pra lutar... A luta do amor é aceitá-lo, todo violento e fugaz, ou lento e doce, todo imenso.. e novamente, que o infinito exista em todos os momentos em que ele existir!
E descobri que é só isso que há de se aprender no sentir!

Quando o Amor Acontece
João Bosco

"...Coração
Sem perdão,
Diga fale por mim
Quem roubou toda a minha alegria
O amor me pegou,
Me pegou pra valer
Aí que a dor do querer,
Muda o tempo e a maré
Vendaval sobre o mar azul

Tantas vezes chorei,
Quase desesperei
E jurei nunca mais seus carinhos
Ninguém tira do amor,
Ninguém tira, pois é
Nem doutor nem pajé,
O que queima e seduz, enlouquece
O veneno da mulher

O amor quando acontece
A gente esquece logo
Que sofreu um dia,
Ilusão
O meu coração marcado
Tinha um nome tatuado
Que ainda doía,
Pulsava só a solidão

O amor quando acontece
A gente esquece logo
Que sofreu um dia,
Esquece sim
Quem mandou chegar tão perto
Se era certo um outro engano
Coração cigano
Agora eu choro assim..."

15.2.13

Sonhando com amor sem dor, amor de flor... querendo a flor que é, no sonho a flor que vem

A Flor que vem me lembrar
A Flor que e quase igual
A Flor que muito pensa
A Flor que fecha o Sol

Parece a mesma flor
Só muda o coração
Quando se unem são
A Flor que inspirou a canção

Bela Flor, pouco disse
Gêmea Flor, que cresceu no Rio
Bela Flor, pouco disse
Gêmea Flor, que cresceu no Rio

Que dance a linda flor girando por aí
Sonhando com amor sem dor, amor de flor
Querendo a flor que é, no sonho a flor que vem
Ser duplamente flor, encanta colore e faz bem

Bela Flor, pouco disse
Gêmea Flor, que cresceu no Rio
Bela Flor, pouco disse
Gêmea Flor, que cresceu no Rio

Oh flor, se tu canta essa canção
Todo o meu medo se vai pro vão
Pra longe, longe que eu não quero ir
Mas deixe seu rastro pólen, flor pra eu poder seguir

Bela Flor, pouco disse
Gêmea Flor, que cresceu no Rio
Bela Flor, pouco disse
Gêmea Flor, que cresceu no Rio

da Maria Gadú. :o)

6.2.13

I would paint my reverie

If I were a painter
I would paint my reverie
If that's the only way for you to be with me

We'd be there together
Just like we used to be
Undertneath the swirling skies for all to see

And I'm dreaming of a place
Where I could see your face

And I think my brush would take me there
But only...






If I were a painter
And could paint a memory
I'd climb inside the swirling skies to be with you
I'd climb inside the skies to be with you


17.1.13

Faltando um pedaço...




"O amor é um grande laço, um passo pr'uma armadilha
Um lobo correndo em círculos pra alimentar a matilha
Comparo sua chegada com a fuga de uma ilha:
Tanto engorda quanto mata feito desgosto de filha

O amor é como um raio galopando em desafio
Abre fendas cobre vales, revolta as águas dos rios
Quem tentar seguir seu rastro se perderá no caminho
Na pureza de um limão ou na solidão do espinho

O amor e a agonia cerraram fogo no espaço
Brigando horas a fio, o cio vence o cansaço
E o coração de quem ama fica faltando um pedaço
Que nem a lua minguando, que nem o meu nos seus braços"

Do Djavan, pra qualquer coração em profusão.

10.1.13

Que se quede el infinito sin estrellas..!

"...O que pierda el ancho mar su inmensidad
Pero el negro de tus ojos que no muera
Y el canela de tu piel se quede igual...

(...)
Ojos negros piel canela
Que me llegan a desesperar
Me importas tú
Y tú, y tú..."


4.1.13

De se deixar viver

"Quando já não tinha espaço, pequena fui
Onde a vida me cabia apertada
Em um canto qualquer,
Acomodei minha dança, os meu traços de chuva
E o que é estar em paz
Pra ser minha, e assim ser tua
Quando já não procurava mais
Pude enfim nos olhos teus, vestidos d'água,
Me atirar tranquila daqui
Lavar os degraus, os sonhos e as calçadas..."







16.12.12

Do pouco e do muito

Saudade era o que carregava. Dele e do sentimento. Do carinho e da paixonite. Das conversas sobre tudo. Do tempo que tiveram juntos. Do pouco e do muito que passaram, à vontade, cheios de vontade. Dos dias mais lindos daquele ano. Do encontro...completo, intenso, muito rápido e tão infinito.
Por que voltava tudo agora? Era a lembrança do sorriso, e uma melancolia do fim do que nunca terminou. A coisa linda que ainda sentia por ele, mesmo depois do que já não deu... ou então porque não deu.
Sem saber o que fazer com a saudade, pegou um papel e escreveu...sobre sua lembrança do sorriso, sobre os dias mais lindos do ano, o encontro completo e infinito, e a melancolia do que terminou sem fim...
Largou o lápis, entristeceu e logo depois sorriu, pensando que sempre teria essa lembrança e que talvez sempre fosse guardar essa coisa linda que sentia por ele...

14.12.12

A woman's good, good heart

Daughters (J.Mayer)

I know a girl
She puts the color inside of my world
But she's just like a maze
Where all of the walls all continually change
And I've done all I can
To stand on her steps with my heart in my hands
Now I'm starting to see
Maybe it's got nothing to do with me

Fathers, be good to your daughters
Daughters will love like you do
Girls become lovers who turn into mothers
So mothers, be good to your daughters too

Oh, you see that skin?
It's the same shes been standing in
Since the day she saw him walking away
Now she's left
Cleaning up the mess he made

So fathers, be good to your daughters
Daughters will love like you do, yeah
Girls become lovers who turn into mothers
So mothers, be good to your daughters too


Boys, you can break
You'll find out how much they can take
Boys will be strong
And boys soldier on
But boys would be gone without warmth from
A woman's good, good heart

On behalf of every man
Looking out for every girl
You are the god and the weight of her world

2.12.12

Malandragem, sempre é tempo ;)

Vou Deitar e Rolar
Elis Regina

Não venha querer se consolar
Que agora não dá mais pé
Nem nunca mais vai dar
Também, quem mandou se levantar?
Quem levantou pra sair
Perde o lugar

E agora, cadê teu novo amor?
Cadê, que ele nunca funcionou?
Cadê, que ele nada resolveu?

Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu

Ainda sou mais eu




Você já entrou na de voltar
Agora fica na tua
Que é melhor ficar
Porque vai ser fogo me aturar
Quem cai na chuva
Só tem que se molhar

E agora cadê, cadê você?
Cadê que eu não vejo mais, cadê?
Pois é, quem te viu e quem te vê

Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu

Todo mundo se admira da mancada que a Terezinha deu
Que deu no pira
E ficou sem nada ter de seu
Ela não quis levar fé
Na virada da maré

Breque

Mas que malandro sou eu
Pra ficar dando colher de chá
Se eu não tiver colher?
Vou deitar e rolar

Você já entrou na de voltar
Agora fica na tua
Que é melhor ficar
Porque vai ser fogo me aturar
Quem cai na chuva
Só tem que se molhar

E agora cadê, cadê você?
Cadê que eu não vejo mais, cadê?
Pois é, quem te viu e quem te vê

Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu

O vento que venta aqui
É o mesmo que venta lá
E volta pro mandingueiro
A mandinga de quem mandingar

Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu

27.11.12

Música para ouvir música

Toca que eu te escuto.
Sinto encanto, sinto e canto.
Viver ultrapassa qualquer entendimento.. livre caminhamos, colhendo alegrias em acordes de música, em sorrisos de fotografia, em oportunidades estampadas nas janelas.






"Sweet thing

The moon is high and the night is young

Come on and meet me

In the backyard under the Cottonwood tree

It's a good thing and I'm wishin!"

25.11.12

I take just like a woman.

Aos 28...


"Nobody feels any pain
Tonight as I stand inside the rain
Ev'rybody knows
That Baby's got new clothes
But lately I see her ribbons and her bows
Have fallen from her curls.
She takes just like a woman, yes, she does
She makes love just like a woman, yes, she does
And she aches just like a woman
But she breaks just like a little girl."

22.11.12

No Corcovado, quem abre os braços sou eu



"Dentro do carro
Sobre o trevo
A cem por hora, ó meu amor
Só tens agora os carinhos do motor

E no escritório em que eu trabalho
e fico rico, quanto mais eu multiplico
Diminui o meu amor

Em cada luz de mercúrio
vejo a luz do teu olhar
Passam praças, viadutos
Nem te lembras de voltar, de voltar, de voltar

No Corcovado, quem abre os braços sou eu
Copacabana, esta semana, o mar sou eu
Como é perversa a juventude do meu coração
Que só entende o que é cruel, o que é paixão

E as paralelas dos pneus n'água das ruas
São duas estradas nuas
Em que foges do que é teu

No apartamento, oitavo andar
Abro a vidraça e grito, grito quando o carro passa
Teu infinito sou eu, sou eu, sou eu, sou eu"

Do Belchior, poeta músico de coisas lindas.

15.11.12

"If you don't try, the light won't hit your eye."

As boas intenções, ações, iniciativas, o coletivo, a criação, tudo isso são coisas nobres nessa vida, e coisas nobres do ser humano.
Compartilhando projeto Share one bread, do meu amigo e designer que está na Irlanda Bruno Freitas.




13.11.12

All I have to do is dream

"Tenho em mim todos os sonhos do mundo."
Fernando Pessoa

9.11.12

Que no me olvides.

" 'Cause I can forget about myself
Trying to be everybody else
I feel alright that we can go away
And please my day
I'll let you stay with me if you surrender"

Janta. Com Camelo.

4.11.12

O tempo é rei!

Às vezes não vemos saída. E nem enxergamos por onde o aborrecimento entrou e onde ele se infiltrou. Nessas horas, tudo que se quer é se livrar do mundo, se fechar numa concha até a maré revolta sair de dentro da gente. Mas... a vida não para, não espera, não avisa.
E... mesmo que tudo nos diga para lutar, ir além, enxergar o que está por vir...
E por mais que os tempos de hoje sejam assim, fugazes, e que a vida exija de nós solução pra tudo, imediata, pronta numa embalagaem enlatada...essas soluções não existem.
E se você precisa dessa concha, não a terá...a vida caminha. Mas... o tempo é rei.

Seguindo..as respostas vem, a maré muda, as águas sujas ficam limpas, a água mole bate até que fura.
Às vezes...só o tempo rei nos dirá e nos ensinará. Não esperemos por tudo, mas acreditemos na dinâmica quase que mágica da natureza, das relações, das pessoas, dos planetas.

Gil, dessa você já sabia. :)


Tempo Rei
Gilberto Gil


Não me iludo
Tudo permanecerá
Do jeito que tem sido
Transcorrendo
Transformando
Tempo e espaço navegando
Todos os sentidos...

Pães de Açúcar
Corcovados
Fustigados pela chuva
E pelo eterno vento...

Água mole
Pedra dura
Tanto bate
Que não restará
Nem pensamento...

Tempo Rei!
Oh Tempo Rei!
Oh Tempo Rei!
Transformai
As velhas formas do viver
Ensinai-me
Oh Pai!
O que eu, ainda não sei
Mãe Senhora do Perpétuo
Socorrei!...

Pensamento!
Mesmo o fundamento
Singular do ser humano
De um momento, para o outro
Poderá não mais fundar
Nem gregos, nem baianos...

Mães zelosas
Pais corujas
Vejam como as águas
De repente ficam sujas...

Não se iludam
Não me iludo
Tudo agora mesmo
Pode estar por um segundo...

Tempo Rei!
Oh Tempo Rei!
Oh Tempo Rei!
Transformai
As velhas formas do viver
Ensinai-me
Oh Pai!
O que eu, ainda não sei
Mãe Senhora do Perpétuo
Socorrei!...

31.10.12

They say that all poets must have an unrequited love

Holding On To You

"I left the east side for a west coast beauty
A girl who burned my thoughts like kisses
She was down by street decree
She swore she'd pull my best years out of me
Fat painted lips on a live wire beauty
A tangerine girl with tambourine eyes
Her face was my favourite magazine
Her body was my favourite book to read

They say that all poets must have and unrequited love
As all lovers must have thought provoking fears

But holding on to you means letting go on pain
Means letting go of tears
Means letting go of rain
Means letting go of what's not real
Holding on to you

I left the rough side for a seaside baby
A chamomile smile that pouts on cue
For every moment I breathe her sigh
Her bosom contains my sweet alibi
In an emotional mist she breathes in fog
And breathes it out as garden flowers
Why me of all the tough talking boys?
I guess she heard my heartbeat through the noise

They say that all poets must have an unrequited love
As all lovers must have thought provoking fears

But holding on to you means letting go of pain
Means letting go of tears
Means letting go of the rain
Holding on to you
Means letting sorrows heal
Means letting go of what's not real
Holding on to you

They say that all poets must have an unrequited love
As all lovers I'm sure must have thought provoking fears

But holding on to you means letting sorrows heal
Means letting go of what's not real
Holding on to you

I left the east coast for a west coast beauty
A woman who burned my thoughts like kisses
She was down by street decree
She swore she'd pull my best years out of me

Fat wet lips on a sea salt canvas
Goodbye Picasso hello Dolly/Dali
The soil is fertile where her footsteps trod
She's my new religion she's all I got

They say that all poets must have an unrequited love
As all lovers I'm sure must have thought provoking fears

But holding on to you means letting go of pain
Means letting go of tears
Means letting go of rain
Means letting sorrows heal
It means letting go"

30.10.12

Porque quem canta com a alma e escreve com sentimentos se instala num espacinho vitalício de Giulia



Se es lo que se es
lo que siempre se ha sido
Se siente lo que se siente
en el centro del centro silente
tenga o no tenga evidente sentido

Y rara vez se es tal y como se quiere
se llora lo que se llora
uno no elige de quien se enamora
ni elige qué cosas a uno lo hieren

Y en lo más sutil de los cuerpos sutiles
lejos de la noria de causas y efectos
se tiene el corazón que se trae por defecto
así como Aquiles, por su talón, es Aquiles

La sed, aquella sed
la que el agua no cura
La cruz de un presentimiento
que nos suelta hacia los cuatro vientos
con el mandamiento de buscar a oscuras

Y en lo más sutil de los cuerpos sutiles
lejos de la noria de causas y efectos
se tiene el corazón que se trae por defecto
así como Aquiles, por su talón, es Aquiles

Se es lo que se es

No hay arte sin emoción

"Una canción que dice que uno sólo conserva lo que no amarra.
Y sin tenerte, te tengo a vos y tengo a mi guitarra." :) Drexler




29.10.12

Do Drexler, para o Drexler, com amor :)

Soledad
Jorge Drexler

Soledad,
Aqui están mis credenciales,
Vengo llamando a tu puerta
Desde hace un tiempo,
Creo que pasaremos juntos temporales,
Propongo que tú y yo nos vayamos conociendo.

Aquí estoy,
Te traigo mis cicatrices,
Palabras sobre papel pentagramado,
No te fijes mucho en lo que dicen,
Me encontrarás
En cada cosa que he callado.

Ya pasó,
Ya he dejado que se empañe
La ilusión de que vivir es indoloro.
Que raro que seas tú
Quien me acompañe, soledad,
A mi que nunca supe bien
Cómo estar solo.

Palavras para uma alma com fome..!

“Quer saber o que eu penso? Você aguentaria conhecer minha verdade? Pois tome. Prove. Sinta. Eu tenho preguiça de quem não comete erros. Tenho profundo sono de quem prefere o morno. Eu gosto do risco. Dos que arriscam. Tenho admiração nata por quem segue o coração. Eu acredito nas pessoas livres. Liberdade de ser. Coragem boa de se mostrar. Dar a cara a tapa! Ser LOUCA, ESTRANHA, CHATA! Eu sou assim. Tenho um milhão de defeitos. Sou volúvel. Sou viciada em gente. Adoro ficar sozinha. Mas eu vivo para sentir. Por isso, eu te peço. Me provoque. Me beije a boca. Me desafie. Me tire do sério. Me tire do tédio. Vire meu mundo do avesso! Mas, pelo amor de Deus, me faça sentir… Um beliscãozinho que for, me dê. Eu quero rir até a barriga doer. Chorar e ficar com cara de sapo. Este é o meu alimento: palavras para uma alma com fome."
A verdade de Clarice, que é a minha verdade. :)

26.10.12

Eu nunca sei por quê..!

I waited 'till I saw the sun
I don't know why I didn't come
I left you by the house of fun
I don't know why I didn't come

When I saw the break of day
I wished that I could fly away
Instead of kneeling in the sand
Catching teardrops in my hand

My heart is drenched in wine
But you'll be on my mind
Forever

Out across the endless sea
I would die in ecstasy
But I'll be a bag of bones
Driving down the road alone

My heart is drenched in wine
But you'll be on my mind
Forever

Something has to make you run
I don't know why I didn't come
I feel as empty as a drum
I don't know why I didn't come

23.10.12

E se entregar..!

Tem coisa que nasce com a gente... e que depois de umas décadas, de histórias, de poesia, de mil músicas e daquele disco riscado... a gente descobre que nasce com a gente e sempre nos acompanhou e não morre nunca mais.

Eu sou romântica! Saio por aí, tropeçando em sentimentos, estacionando em frustrações e saltitando em paixonites, parando horas e dias e meses também em toda forma de amor. E eu nunca serei outra. A Giulia sempre terá o brilho nos olhos pelo certo alguém, o coração acelerado, o sorriso incontrolável e um desejo de que isso dure o infinito.
Essa sou eu. E o meu certo alguém. E quando eu tinha poucos anos, na infância, tão cheia de simplicidade... eu já sabia, que eu era assim, que eu sentia assim e que meu certo alguém sempre seria assim.

"Quis evitar teus olhos
Mas não pude reagir
Fico à vontade então

Acho que é bobagem
A mania de fingir
Negando a intenção

E quando um certo alguém
Cruzou o teu caminho
E te mudou a direção

Chego a ficar sem jeito
Mas não deixo de seguir
A tua aparição

E quando um certo alguém
Desperta o sentimento
É melhor não resistir
E se entregar

Me dê a mão
Vem ser a minha estrela
Complicação
Tão fácil de entender
Vamos dançar
Luzir a madrugada
Inspiração
Pra tudo que eu viver
Que eu viver..!



E quando um certo alguém
Desperta o sentimento
É melhor não resistir
E se entregar"

21.10.12

Entre el mundo e mis ojos

Tem dias que a simplicidade, que eu tanto valorizo e que tanto me encanta, fica muito distante. Eu desafio a vida e arrisco o verso... mas a vida me desafia de volta.
Bláblá, o que não nos mata nos fortalece.. E o espaço da frustração..não pode existir? Às vezes as coisas não dão mesmo certo. E não há conselho ou clichê de consolo. O consolo, e aliás, não um consolo mas uma razão de orgulho, é saber que tentou-se até o fim. Ultrapassou limites pra buscar o desejo, e eis que a vida impõe novos limites.
E aí, frustrados como estamos, cabe a nós engolir seco e encontrar novos sonhos ou remendá-los. Porque matar o sonho, é matar a alma, já disse o Pessoa.
Mas há que se engolir seco. Tantos e tantos dias.
E a gente "adultesce" e, ainda que a simplicidade esteja sempre ali, disposta a oferecer um sorriso, um carinho, um afeto... a vida é mais complexa do que parece.

"El velo semitransparente
Del desasosiego
Un día se vino a instalar
Entre el mundo y mis ojos.
Yo estaba empeñado en no ver
Lo que ví, pero a veces,
La vida es más compleja de
Lo que parece.

Pensaste que me iba a quebrar
Y subiste tu apuesta,
Me hiciste sentir el sabor
De mi propia cocina.
Volví a creer que se tiene
Lo que se merece.

La vida es más compleja de
Lo que parece.

Todas las versiones
Encuentran sitio en mi mesa,
Todas mis canciones
Por una sola certeza." Drexler.

17.10.12

Esse é meu lema


"Vim do cansaço
E dos abraços
De amores idos já perdidos
Me encontrei morena
Em meio a solidão

Jurei não dar nem mais um passo
Que fosse me levar ao encontro da paixão
Do mundo muito eu já sei
Porém muito tenho que aprender

Não, não quero amar sem paz
Eu já sofri demais
Discreto o amor agora tem de ser
Tudo o que ficou pra trás
Já não importa mais
O amor é só você

Não vivo de novelas
Já vi muitas delas
Castelos fantasias sonhos tão azuis
A vida me ensinou morena
Esse é meu lema
Amar demais só faz pesar a cruz.."

João Nogueira

16.10.12

De dúvidas e coragem

E quando quero pra ver e ouvir, pra sentir o que eu sinto de longe e que me leva pra perto?
Não tem explicação. É feito magia, veio pra transformar e não se sabe de onde, como e porque.
A vida te dá surpresas e tanta dúvidas. Tenho eu tambem mil dúvidas, tenho medo. Mas mais do que a dúvida e o medo tenho coragem. De ver, ouvir e sentir. Chorar se for preciso, rir se for natural, chorar de rir se for mesmo de um jeito incrível que ninguém nunca poderia imaginar.. Só mesmo depois de ver, ouvir e sentir.
Nada se perde, tudo se transforma.
Mas é preciso coragem de sentir, coragem de ter a perder, pra transformar.

15.10.12

Viagens às poesias depois da fronteira...!

Te dejas, me dejo..
me besas, te muerdo.
Te lamo, te huelo,
qué bueno, qué bueno.
Te pido, te ofrezco
(te amo, te miento)
te abrazo, te aprieto
me duermo, te sueño
qué bueno, qué bueno.

Te quiero
y lo que más echo de menos
es que no te quiera más
de lo mucho que te quiero.
Te echo de menos
tu retrato en la pared
una cartita en el correo
para decirte que te quiero.

Qué bueno, qué bueno...

Realidad o sueño

Deja que te hable de mis sueños
que tras el tiempo se escondieron
pero que contigo han vuelto.

Deja que te hable de mis sueños,
que con el tiempo se perdieron
confundidos en el silencio.

Sueño con los ojos abiertos,
puede que pienses que estoy loco
porque me creo lo que sueño.

Y si tú quieres te los cuento,
los escribí en un libro abierto
en el lenguaje de los sueños...

Qué hay de malo en perseguir los sueños.
Qué hay de malo en soñar despierto.
Sueño en color, sueño en verso.
en historias con argumento,
en canciones que al fin resuelvo.

Flotan guitarras en el cielo,
veo montañas en el techo,
para los sueños no hay secretos.

Creo en los sueños infinitos,
aquellos que tienen los niños,
que se acarician con los dedos.

Creo en los sueños verdaderos
que corren sin rumbo ni dueño,
y a los que nadie puso un precio..

(Jarabe de Palo)
=)

11.10.12

Infinito e transitoriedades

Esse texto começou assim: "Caberá ao nosso amor o que há de vir..."
Lá vou eu de novo falar da transitoriedade da vida. Logo eu, a anti-transitória, aquela que faz tantos elogios ao apego. Mas como esse canto é meu...falo mesmo.
Hoje eu entendo a tal transitoriedade..mas continuo no apego. Porque acho que busco (e não só eu, muitos outros) um infinito em certas emoções, relações...situações. E elas tem mesmo esse infinito.

Li esses dias que algumas experiências amorosas se resumem ao plano físico....e outras, na outra ponta do abismo, passam por planos tantos...! O físico, um plano de conexão mental, de harmonia de sentimentos...chegando até a uma espécie de cumplicidade espiritual entre as pessoas. Acredito muito nisso. Que seja uma filosofia de boteco ou - porque não - de blogueiros de plantão, essa constatação faz um belo de um sentido.
Agora me diz como aceitar a transitoriedade diante dessas experiências transcendentais...? Que seja bom enquanto dure, ok. Mas que difícil..!

Ao ler transcendentais podem pensar que sou exagerada. Mas carrego nas palavras tanto quanto são carregados os sentimentos. O tal do amor que arde sem se ver...

Enquanto isso, no mundo fora dos blogs... "Eu ando em frente por sentir vontade.."

E que seja um infinito enquanto dure..! :)


8.10.12

Verdade uma ilusão

Sabe qual é a curiosidade e lindeza dos românticos? É que, além de nunca desistir do amor e seus descaminhos, eles encontram inspiração em cada pedaço de lindeza da vida... uma música, um sorriso, uma flor, uma imagem...e até, na era cibernética, um torpedinho. ;)
E eles acreditam...que sempre pode ter algum pedaço de lindeza que vai fazê-los se apaixonarem de novo...pela vida, pelos seus semelhantes, por um certo alguém e tantas outras coisas lindas quanto encontrarem.
E além de enxergarem tudo isso, o ponto fraco deles é... ter tempo e espaço pra enxergar...tudo quanto precisam enxergar...e não são poucas coisas!
Por isso toda essa esperança e romantismo vem com sua melancolia acompanhada.
Mas eles são assim... eu sou assim... procurando um cantinho em que haja amor e coisas lindas, sempre.

7.10.12

Girar sem perder o chão...




Eu posso te fazer feliz
Feliz me sentir também
Eu posso te fazer tão bem
Eu sei isso eu faço bem
Roubar-te um beijo no salão
Girar sem perder o chão
Não vou deixar você cair
Cintura leve a minha mão
Verdade - uma ilusão
Vinda do coração
Verdade - seu nome é mentira
Eu posso te fazer ouvir
Milhões de sinos ao redor
Eu posso te fazer canções
O amor soa em minha voz
Eu posso te fazer sorrir
Meus olhos brilham para ti
E os pés já sabem onde ir
Ninguém precisa decidir
Verdade - uma ilusão
Vinda do coração
Verdade - seu nome é mentira

Marisa Monte, linda.

5.10.12

Quando eu fui chuva

Quando já não tinha espaço, pequena fui
Onde a vida me cabia apertada
Em um canto qualquer,
Acomodei minha dança, os meu traços de chuva
E o que é estar em paz
Pra ser minha e assim ser tua

Quando já não procurava mais
Pude enfim nos olhos teus, vestidos d'água,
Me atirar tranquila daqui
Lavar os degraus, os sonhos, as calçadas

E, assim, no teu corpo eu fui chuva
... jeito bom de se encontrar!
E, assim, no teu gosto eu fui chuva
... jeito bom de se deixar viver!

Nada do que fui me veste agora
Sou toda gota, que escorre livre pelo rosto
E só sossega quando encontra tua boca

E, mesmo que eu te me perca,
Nunca mais serei aquela que se fez seca
Vendo a vida passar pela janela

Musicas y versos

"Musicas y versos que brotavam desde tantos rincones..

Vamos a dar cuerda en antiguas vitrolas..

Rumos paralelos
Dos anzuelos en un mismo rio.."

Drexler.

4.10.12

Dreams be dreams

10. Fearing.

We're all afraid: of what might or might not happen, of what we can't change, or what we won't be able to do, or how other people might perceive us.

So it's easier to hesitate, to wait for the right moment, to decide we need to think a little longer or do some more research or explore a few more alternatives.

Meanwhile days, weeks, months, and even years pass us by.

And so do our dreams.

Don't let your fears hold you back. Whatever you've been planning, whatever you've imagined, whatever you've dreamed of, get started on it today.

If you want to start a business, take the first step. If you want to change careers, take the first step. If you want to expand or enter a new market or offer new products or services, take the first step.

Put your fears aside and get started. Do something. Do anything.

Otherwise, today is gone. Once tomorrow comes, today is lost forever.

Today is the most precious asset you own--and is the one thing you should truly fear wasting.

2.10.12

em PAZ

Dizem que o medo e a dor
Fazem a gente aprender
A superar como for
Um mal de amor pra valer
Verbos e sonhos se vão
Deixando a mesma impressão
Não vale a pena viver por viver
Pelo seu amor, cho...rei
Pelo seu amor que essa alma se lançou
E o encanto bom que existe então chegou
Quer viver assim, assim tão perto de mim
E eu que era sozinho agora estou
Em paz

1.10.12

De olhos e coração abertos

Se você vier me perguntar por onde andei
No tempo em que você sonhava
De olhos abertos lhe direi
Amigo eu me desesperava
Sei que assim falando pensas
Que esse desespero é moda em 73
Eu ando um pouco descontente
Desesperadamente eu canto em português
Eu ando um pouco descontente
Desesperadamente eu grito em português

30.9.12

Arrisca o verso, desafia a vida.

"E quem pode comigo quando eu digo tudo que sinto?"

Caio Fernando de Abreu




28.9.12

Grande sedutora, grande companheira.

Um dia abriu uma janela nova e deu uma espiada...olhou pra frente, pra trás, pros dois lados... e se deu conta de que realmente todos os cantos tinham uma cor diferente, e que era bom contar com todas essas cores e todos os cantos. A simplicidade... grande sedutora, grande companheira.


Ganas de ti
Jorge Drexler

Ven, cura esta pena,
quítame estas ganas de ti.
Ven, que está frío fuera
y hace tanto calor aquí.

Te ví
cruzar la calle
y algo crujió dentro de mí...

Ven, que ya se hace tarde
y este tren se está por ir.

Muy señora mía
ten piedad de un simple mortal.
Ven, cura esta herida,
este blues de incierto final.

Tu piel
traerá perfumes,
reflejos de estrella fugáz...

Ven, ya no lo dudes,
no hará falta nada más.

Tan sólo nosotros dos...

27.9.12

PO-SI-TI-VO

Da série clichês da vida e do homem... pensamento PO-SI-TI-VO!

Leve com você
Só o que foi bom
Ódio e rancor
Não dão em nada
Nada

Ouço aquele som
Lembro de você
Como acabou
Mas não tem nada não
Só guardo o que foi bom
No meu coração
O amor é como o sol
Sabe como renascer


Sinto o calor
De mais um verão
Tudo ganha cor
E de nada vai valer
Lamentar a dor
Nós temos que
Seguir em frente
A vida não parou
Vai ser difícil esquecer
Tudo o que passou
Mas são as quedas
que ensinam a cultivar o nosso amor

Pensar no nosso futuro
Pensar no nosso futuro

E SER FELIZ!

Eu queria te dizer que....

"I had some brand new shoes
They were all red but they gave me the blues
And they're runnin' away, they left me a letter
It's just like you told me it'd be
It's nothin' nothin' nothin'
Nothin' at all

We are all made of air
There's stars in my eyes and there's sun in my hair
And I'm runnin' away, it makes me feel better
It's just like you told me it'd be
It's nothin' nothin' nothin'
Nothin' at all

When it comes down to this
I'm neither sorry nor cross nor unfit
And I'm runnin' away, there's smoke on my sweater
It's just like you told me it'd be
It's nothin' nothin' nothin'
Nothin' at all"



....pra mim foi muito mais que NADA.

26.9.12

What Am I To You




What am I to you?
Tell me, darlin', true
To me you are the sea
Vast as you can be
And deepest shade of blue

When you're feelin' low
To whom else do you go?
I'd cry if you hurt
I'd give you my last shirt
Because I love you so

Now, if my sky should fall
Would you even call?
I've opened up my heart
I never want to part
I'm givin' you the ball

When I look in your eyes
I can feel the butterflies
I'll love you when you're blue
But tell me darlin' true
What am I to you?

If my sky should fall
Would you even call?
I've opened up my heart
I never wanna part
I'm givin' you the ball



When I look in your eyes
I can feel the butterflies
Could you find a love in me?
Would you carve me in a tree?
Don't fill my heart with lies
I will love you when you're blue
But tell me, darlin', true
What am I to you?